quarta-feira, 29 de outubro de 2014

CONGRESSO UNIFICADO DO PITB - 2014

Congresso Unificado do PITB

Local: CECRE - Acuípe - Ilhéus.

Dias: 28 a 30/11/2014.

Tema: "A Vida no Reino e o Desafio do Evangelho Integral" 
Divisa: Mateus 14.16b

Preletor: Jôer Correia Batista - Diretor executivo de Filantropia da Universidade Presbiteriana Mackenzie
Líder Nacional do DMV (Dia Mackenzie Voluntário)

Valores:

0 a 2 - Gratuito
3 a 6 - R$ 80,00
7 a 10 - R$ 120,00
11 em diante - R$ 160,00

Obrigado.

Pr. Humberto Costa

segunda-feira, 20 de outubro de 2014

DIRETORIA DA SINODAL REUNIDA PARA PLANEJAMENTO FINAL DE ANO.

A diretoria da Confederação Sinodal, esteve reunida na praça de alimentação do Shopping Jequitibá em Itabuna, neste sábado, 18/10/14, para elaboração do seu cronograma de trabalho para o final de ano de 2014 e primeiro trimestre de 2015.
Temos grandes desafios para o trabalho masculino, porém estamos certos de que um grande mover de DEUS, esta sobre nossas UPHs por todo o Brasil, e juntos temos buscado o crescimento do reino no Sul da Bahia.
Louvado seja DEUS, pois mesmo com toda as dificuldades a homens que estão dispostos a mudar esta historia. 


Por: Regimar Macedo
Pres. Conf. Sin. UPHs do Sul da Bahia

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O QUE É A IGREJA PRESBITERIANA NO BRASIL?

Quanto à sua teologia, as igrejas presbiterianas são herdeiras do pensamento do reformador João Calvino (1509-1564) e das notáveis formulações confessionais (confissões de fé e catecismos) elaboradas pelos reformados nos séculos 16 e 17. Dentre estas se destacam os documentos elaborados pela Assembléia de Westminster, reunida em Londres na década de 1640. A Confissão de Fé de Westminster, bem como os seus Catecismos Maior e Breve, são adotados oficialmente pela IPB como os seus símbolos de fé ou padrões doutrinários. Outras igrejas presbiterianas adotam documentos adicionais, como a Confissão Belga e o Catecismo de Heidelberg. O conjunto de convicções presbiterianas, conforme expostas no pensamento de Calvino, de outros teólogos e dos citados documentos confessionais, é denominado teologia calvinista ou teologia reformada. Entre as suas ênfases estão a soberania de Deus, a eleição divina, a centralidade da Palavra e dos sacramentos, o conceito do pacto, a validade permanente da lei moral e a associação entre a piedade e o cultivo intelectual.

No seu culto, as igrejas presbiterianas procuram obedecer ao chamado princípio regulador. Isso significa que o culto deve ater-se às normas contidas na Escritura, não sendo aceitas as práticas proibidas ou não sancionadas explicitamente pela mesma. O culto presbiteriano caracteriza-se por sua ênfase teocêntrica (a centralidade do Deus triúno), simplicidade, reverência, hinódia com conteúdo bíblico e pregação expositiva. Na prática, nem todas as igrejas locais da IPB seguem criteriosamente essas normas bíblicas, embora elas tenham caracterizado historicamente o culto reformado. Os problemas causados pelo afastamento desses padrões têm levado muitas igrejas a reconsiderarem as suas práticas litúrgicas e resgatarem a sua herança nessa área fundamental. Quando se diz que o culto reformado é solene e respeitoso, não se implica com isso que deva ser rígido e sem vida. O verdadeiro culto a Deus é também fervoroso e alegre.

Finalmente, a vida das igrejas presbiterianas brasileiras não se restringe ao culto, por importante que seja. Essas igrejas também valorizam a educação cristã dos seus adeptos através da Escola Dominical e outros meios; congregam os seus membros em diferentes agremiações internas para comunhão e trabalho; têm a consciência de possuir uma missão dada por Deus, a ser cumprida através da evangelização e do testemunho cristão. Muitas igrejas locais se dedicam a outras atividades em favor da comunidade mais ampla, como a manutenção de escolas, creches, orfanatos, ambulatórios e outras iniciativas de promoção humana. Cada igreja possui um grupo de oficiais, os diáconos, cuja função primordial é o exercício da misericórdia cristã. O presbiterianismo tem uma visão abrangente da vida, entendendo que o evangelho de Cristo tem implicações para todas as áreas da sociedade e da cultura.


De Onde Viemos?
 
O presbiterianismo ou movimento reformado nasceu da Reforma Protestante do século 16. Pouco depois que protestantismo começou na Alemanha, sob a liderança de Martinho Lutero, surgiu uma segunda manifestação do mesmo no Cantão de Zurique, na Suíça, sob a direção de outro ex-sacerdote, Ulrico Zuínglio (1484-1531). Para distinguir-se da reforma alemã, esse novo movimento ficou conhecido como Segunda Reforma ou Reforma Suíça. O entendimento de que a reforma suíça foi mais profunda em sua ruptura com a igreja medieval e em seu retorno às Escrituras fez com que recebesse o nome de movimento reformado e seus simpatizantes ficassem conhecidos simplesmente como “reformados”.

Ao morrer, em 1531, Zuínglio teve um hábil sucessor na pessoa de João Henrique Bullinger (1504-1575). Todavia, poucos anos mais tarde surgiu um líder que se destacou de todos os outros por sua inteligência, dotes literários, capacidade de organização e profundidade teológica. Esse líder foi o francês João Calvino (1509-1564), que concentrou os seus esforços na cidade suíça de Genebra, onde residiu durante 25 anos. Através da sua obra magna, a Instituição da Religião Cristã ou Institutas, comentários bíblicos, tratados e outros escritos, Calvino traçou os contornos básicos do presbiterianismo, tanto em termos teológicos quanto organizacionais, à luz das Escrituras Sagradas.

Graças aos seus escritos, viagens, correspondência e liderança eficaz, Calvino exerceu enorme influência em toda a Europa e contribuiu para a difusão do movimento reformado em muitas de suas regiões. Dentro de poucos anos, a fé reformada fincou sólidas raízes no sul da Alemanha (Estrasburgo, Heidelberg), na França, nos Países Baixos (as futuras Holanda e Bélgica) e no leste europeu, onde surgiram comunidades reformadas em países como Polônia, Lituânia, Checoslováquia e especialmente a Hungria. Em algumas dessas nações, a reação violenta da Contra-Reforma limitou ou sufocou o novo movimento, como foram, respectivamente, os casos da França e da Polônia. As igrejas calvinistas nacionais da Europa continental ficaram conhecidas como “igrejas reformadas” (por exemplo, Igreja Reformada da França).

Outra região da Europa em que a fé reformada teve ampla aceitação foram as Ilhas Britânicas, particularmente a Escócia, cujo Parlamento adotou o presbiterianismo como religião oficial em 1560. Para tanto foi decisiva a atuação do reformador João Knox (1514-1572), que foi discípulo de Calvino em Genebra. Foi nessa região que surgiu a designação “igreja presbiteriana”. Na Inglaterra e na Escócia dos séculos 16 e 17, o presbiterianismo representou uma posição ao mesmo tempo teológica e política. Com esse termo, as igrejas reformadas declaravam que não queriam uma igreja governada por bispos nomeados pelo estado (episcopalismo), e sim por presbíteros eleitos pelas comunidades. Foi na Inglaterra que, em meio a uma guerra civil, o Parlamento convocou a Assembléia de Westminster (1643-1649), que elaborou os documentos confessionais mais amplamente aceitos pelos presbiterianos ao redor do mundo.

Nos séculos 17 e 18, milhares de calvinistas emigraram para as colônias inglesas da América do Norte. Muitos deles abraçavam a teologia de Calvino, mas não a forma de governo eclesiástico presbiterial proposta por ele. Foi esse o caso dos puritanos ingleses que se estabeleceram na Nova Inglaterra. Ao mesmo tempo, as colônias norte-americanas também receberam muitas famílias presbiterianas emigradas da Escócia e do norte da Irlanda. Foram essas pessoas que eventualmente criaram a Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos, cujo primeiro concílio, o Presbitério de Filadélfia, foi organizado em 1706 sob a liderança do Rev. Francis Makemie, considerado o “pai do presbiterianismo norte-americano”. O primeiro Sínodo foi organizado em 1717 e a Assembléia Geral em 1789. Em 1859, a Junta de Missões Estrangeiras da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos enviou ao Rio de Janeiro o Rev. Ashbel Green Simonton, fundador da Igreja Presbiteriana do Brasil.

A Igreja Presbiteriana do Brasil é uma federação de igrejas que têm em comum uma história, uma forma de governo, uma teologia, bem como um padrão de culto e de vida comunitária. Historicamente, a IPB pertence à família das igrejas reformadas ao redor do mundo, tendo surgido no Brasil em 1859, como fruto do trabalho missionário da Igreja Presbiteriana dos Estados Unidos. Suas origens mais remotas encontram-se nas reformas protestantes suíça e escocesa, no século 16, lideradas por personagens como Ulrico Zuínglio, João Calvino e João Knox. O nome “igreja presbiteriana” vem da maneira como a igreja é administrada, ou seja, através de “presbíteros” eleitos democraticamente pelas comunidades locais. Essas comunidades são governadas por um “conselho” de presbíteros e estes oficiais também integram os concílios superiores da igreja, que são os presbitérios, os sínodos e o Supremo Concílio. Os presbíteros são de dois tipos: regentes (que governam) e docentes (que ensinam); estes últimos são os pastores. Em 2005, a Igreja Presbiteriana do Brasil tinha aproximadamente 4.800 igrejas locais e congregações, 263 presbitérios, 64 sínodos, 3.800 pastores, 415.500 membros comungantes e 125.000 membros não-comungantes (menores), estando presente em todos os estados da federação.

Por:  Alderi Souza de Matos

terça-feira, 5 de agosto de 2014

IPB 155 ANOS DE HISTÓRIA NO BRASIL!





Amados irmãos, graça e paz!

No próximo dia 12 nossa IPB estará completando 155 anos de Brasil.
Bom momento para agradecermos a Deus pelo seu agir através da instrumentalidade da Igreja Presbiteriana.
Portanto, convidamos os irmãos e suas igrejas para nos juntarmos para um Culto de Gratidão ao nosso Deus e ao mesmo tempo de súplicas pela nossa Igreja.
A Programação acontecerá no templo da 1ª IPB de Itabuna, às 19h30min. O pregador será o             Pr. Genivaldo Cavalcanti (IP Vale de Bênçãos).
Deus abençoe a todos e prossigamos com a visão voltada para o 'Reino de Deus'.

Pr. Humberto Costa 
Pres. Presbitério de Itabuna

segunda-feira, 4 de agosto de 2014

SALVADOR É A QUARTA CIDADE DO PAÍS EM NÚMERO DE EVANGÉLICOS.

Salvador  conta atualmente  com uma população de cerca de 524 mil evangélicos, o que confere à capital baiana o quarto lugar na lista das cidades com mais adeptos deste movimento religioso que engloba 26 denominações, segundo o  Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na Bahia, cerca de 2,4 milhões de pessoas declararam-se evangélicas, aponta a pesquisa.
Assim como a capital, o Estado é o quarto maior do País em números de evangélicos, ficando atrás apenas de São Paulo, Rio de Janeiro e Minas Gerais. No Brasil, este número acresceu de 15,41% para 22,16%.
Segundo o IBGE, a categoria que registrou maior crescimento do número de seguidores na Bahia foi a Igreja Batista,  que  em 2000  contava com 2,85% da população. Hoje, este número cresceu para 3,3%. Em contrapartida, a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd) apresentou decréscimo no número de adeptos no Estado, passando de 1,06% para 1,03%.

Fonte: Jornal A Tarde
http://www.atarde.uol.com.br/bahia/salvador/materias/1455300

XXIII CONGRESSO UNIFICADO PRESBITERIO SUDOESTE DA BAHIA

XXIII Congresso Unificado do Presbitério do Sudoeste da Bahia, acontecerá no dia 01/12/2018, nas dependências da I Igreja Presbiteriana de V...